Brasil Colônia: os escravos indígenas

A princípio o processo de colonização da América começou a ganhar traços, com as estruturas de capitanias hereditárias e posteriormente com os engenhos, entretanto teve percalços em assuntos relacionados com a mão-de-obra escrava.

Inicialmente com a iniciativa dos engenhos, houveram a tentativa da implementação da mão-de-obra nativa, porém ameríndios(índios) não viram com bons olhos este trabalho compulsório,fazendo uma resistência ao colonizador no Brasil (Ilha de Vera Cruz).

Reações dos ameríndios ao trabalho

Primeiramente os ameríndios vêm esse trabalho empenhado de uma forma positiva, sem exaustão e  propriamente braçal, constituindo uma fonte de riqueza desconhecida para estes.

Quando os portugueses desembarcaram no solo, um desconhecido com coisas nunca vista chegando, houve uma troca de relações e mercadorias (objetos), posteriormente existiu a necessidade de uma mão-de-obra, que seria exercida através do trabalho propriamente dito constituindo assim o escambo.

Primeiras relações com os ameríndios

 Primeiras relações com os ameríndios

Contudo não  existia num primeiro momento uma configuração de trabalho costumeiro, sem a existência da jornada e nenhum norma propriamente dita, era algumas tarefas que esses ameríndios faziam é em compensação, ganhavam mercadorias que nunca sonhavam por simples tarefas.

Sendo surpreendente lucrativo para ambas partes, o colonizador português que tinha uma mão-de-obra com custo quase nenhum e para os índios, que em um primeiro momento achavam vantajoso o ganho de  mercadorias inovadoras, que seriam fonte de riquezas.

No momento em que começam a desenvolver o sistema de engenhos, essa mão-de-obra muda drasticamente, com o cultivo de cana-de-açúcar existe a necessidade de um trabalho compulsório não usual para os indígenas, mudando as relações a partir destas.

Primordialmente os ameríndios percebem essa mudança é rompem assim com os colonizadores, não deixando ser explorados fugindo para interior do território e mostrando resistência ao sistema.

Justificativas para o uso da Força

Portanto estabelece uma reação violenta há este sistema, neste momento os colonizadores começam a empenhar o uso de mão-de-obra ameríndia com base de aprisionados de guerras, se resguardando da lei de Resgaste, no qual estabelece que a escravização por guerras seriam empenhadas a favor de seus interesses, sendo os indígenas opositores e inimigos da Coroa.

Escravidão indígena

 Escravidão indígena

 

Gerando confronto cada vez mais usuais entre agrupamentos indígenas, pois estes brigavam entre si fazendo trocas  de escravos de guerras com os colonos. Existindo uma  necessidade da mão-de-obra, sendo assim  quanto mais conflitos existissem, mais mão-de-obra ele teriam ao seu favor.

Porém o colono abre  mão gradualmente deste resgate, pois vê que através da força obteria maior número de trabalhadores, constituindo assim uma Guerra justa.

Existindo uma guerra pela necessidade de trabalhadores que fizessem o trabalho braçal, ou seja, qualquer agrupamento que se considera-se contra a Coroa portuguesa poderia ser exercido dá força para seu favor, fazendo uma aprisionamento indígena a partir desta guerra, estabelecendo uma escravidão ameríndia.

Escravidão Indígena

Essa escravização indígena obteve inicialmente sucesso, porém com o tempo existiu fatores que fizesse que não alcançasse o ideal perdendo força, sendo este fatores  de suma importância.

Um grande opositor foi os Jesuítas (Igreja Católica-Companhia de Jesus) visando catequização   dos ameríndios, se opondo a utilização da força para conseguir o desejado.

Argumentando que os índios não conheciam as palavras de Deus, portanto não poderiam ser punidos pela falta de conhecimento e assim não possuía requisitos, para o reconhecimento da Coroa em solo.

Outro fator foi a não aceitação pacíficas dos indígenas ao trabalho, com suas propensão a fuga e o alto índice de baixa imunidade as doenças, que gera mortalidade ameríndia pela disseminação de doenças.

Sendo os jesuítas  decisivos contra a utilização de força contra os indígenas, fazendo que a Coroa 1570 proibisse a escravidão indígena no Brasil, apesar da proibição ser vigorada pelos os colonizadores existiam meios de burlar momentaneamente, porém tendo a necessidade de uma mão-de-obra com o crescimento da produção de açúcar. 

Enfim gerou uma transição para a mão-de-obra africana, que já estava a vigor há desde aproximadamente 1443 pela Europa, cumprindo o papel de tirar a fonte de riquezas do solo, já sabendo exercer o trabalho braçal e não constituindo nenhum caráter como ser, é sim como um objeto que executar o trabalho manual.

Sendo de vital importância a  não existência de proteção de nenhuma nação, fora que executava um trabalho com pouca  resistências, que  todavia   existia a partir dos ameríndios podendo assim, serem retirados de seus territórios e usado em favor da Coroa, vindo ao Brasil cerca de 4 Milhões em vários séculos.

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