Brasil Colonial: Escravos africanos

A princípio o processo de escravidão dos africanos no Brasil (Ilha de Vera Cruz), foi instalado pela não concretização da escravidão indígena, possuindo uma necessidade de uma mão-de-obra pelo crescimento que a produção do açúcar ganhou no Brasil.

O engenho conseguiu se consolidar, gerando lucros e se expandindo, necessitando de uma mão-de-obra pela reações dos indígenas e proteção dos jesuítas a esses povos.

Nesse contexto os africanos foram inseridos ao Brasil, os europeus já estavam utilizando deste mercado desde 1443,  possuindo noções da lucratividade e rendimento do mesmo.Assim os africanos fora trazidos como a solução da necessidade de mão-de-obra.

Tráfico negreiro

A utilização dos escravos foram além de suprir as necessidade de mercado, uma forma de barateamento dos meios de trabalho, assim o colonizador fazia um comércio dos negros para uma obtenção massiva de lucros .

Inicialmente existia um comércio dos escravos que eram através de  trocas, exercida pelo  escambo possuindo locais específicos para a execução deste comércio, normalmente em feitorias situado nos litorais da África.

Existia uma venda do escravo como fonte para a obtenção de lucros através do comércios, os chefes africanos começaram a vender membros da sua própria tribo ou prisioneiros de guerras, por mercadorias e objetos que consideravam com algum valor.

Capturar dos escravos

 Capturar dos escravos

Uma vez comprado esse negro era colocado em navios é enviados ao continente americano. O continente africano é composto de uma extensa área territorial, sendo  assim existe inúmeras tribos indígenas naquele solo, cada tribo possui sua pluralidade e complexidade.

Apesar de estarem um zona geográfica comum, cada um possuiu a sua particularidade e  tinha em alguns casos idioma distinto.

Sendo mecanismos que ajudaram ao colonizador na implementação da escravidão, possuindo um campo diversos de escravos, poderiam comprar de tribos distintas  tirando os vínculos destes agrupamentos, favorecendo as dificuldades de comunicação.

Desta forma, quando tem inúmeros indivíduos que não conseguem fazer uma interação entre si, pelo seu idiomas diversos,costumes e pluralidade, fica difícil existir uma reação deste agrupamento no sentido de fuga e a união como grupo. Assim resguarda o comprador do valor investido neste escravo, favorecendo assim seu dono.

Possuindo dois grandes grupos de escravos africanos que foram trazidos ao Brasil, sendo estes:

  • Bantos ( de Angola, Moçambique e Congo)
  • Sudaneses (de Guiné, Nigéria, Costa do Ouro)

Assim estes agrupamentos eram distribuídos dentro do territórios brasileiros, diluindo as tribos e fazendo uma separação familiar, para retirarem os elos e costumes remanescentes de suas famílias.

Translado ao Brasil

Conforme os escravos eram comprados, o translado para o Brasil era um empreendimento de teste de força, desde o embarque até o desembarque.Sendo amontoados e acorrentados nos porões, durantes meses de duração da  viagem no navios negreiros (tumbeiros).

Translado navio negreiro

 Translado no navio negreiro

Naquele momento a diante, estavam jogados há própria sorte nos requisitos de higiene e alimentação, por causa destas condições estavam propensos as inúmeras doenças e maus tratos, gerando um a alto índice de mortalidade neste translado e existindo possuindo um caráter de mercadoria.

Enfim aqueles que conseguiam passar por essa transferência já chegavam no Brasil para ser exibido e colocado como mercadoria de troca, passando por uma exposição é levando em conta o estado como estava. A partir deste momento eram inserindo no modelo de produção brasileiro, exercendo várias funções predominante do trabalho braçal.

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